sábado, 13 de fevereiro de 2010
Raras fotos engraçadas e inusitadas de soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
A indústria alemã e a Segunda Guerra Mundial
Execução de trabalhadores forçados em Colônia, 1944
A economia alemã floresceu na época do nazismo graças especialmente aos trabalhadores forçados. A discussão política sobre sua indenização arrastou-se por décadas. Pagamentos aos sobreviventes devem estar concluídos até meados do ano.
Faz cinco anos que se criou a Fundação Lembrança, Responsabilidade e Futuro, a qual regulamentou definitivamente a polêmica questão da indenização de pessoas forçadas ao trabalho durante o regime nazista. Seu financiamento cabe meio a meio ao governo federal e a uma iniciativa de empresas alemãs. Vivem hoje ainda cerca de 1,7 milhão de ex-trabalhadores forçados, com o direito de receber uma quantia de até 7600 euros. Até meados deste ano, os pagamentos devem estar concluídos, perfazendo quase 2 milhões de beneficiados.
Em fins da década de 90, trabalhadores forçados sobreviventes da ditadura nazista apresentaram nos Estados Unidos uma demanda conjunta contra grandes empresas alemãs, entre as quais a BMW, a Daimler-Benz, o Deutsche Bank, a Siemens e a Volkswagen. Todas elas tinham desempenhado um papel importante no abuso organizado da força de trabalho dos judeus, segundo Edward Fagan, advogado nova-iorquino dos demandantes.
As empresas alemãs viram-se então confrontadas com demandas milionárias, além da perda de credibilidade e imagem. Durante décadas, elas tinha se oposto com sucesso ao pagamento de indenizações aos sobreviventes, alegando ter sido obrigadas a recorrer ao trabalho escravo. Em sua opinião, somente o Estado alemão é que deveria se encarregar das indenizações.
Indústria foi beneficiada
No entanto, segundo o historiador Dietrich Eichholz, foram muitas as companhias alemãs que se beneficiaram com o trabalho forçado. Ao final da guerra, o patrimônio da indústria alemã era 17 vezes maior do que em 1939. O regime nacional-socialista havia perdido a guerra, mas a indústria se beneficiara com ela. Os internados em campos de concentração e os prisioneiros de guerra obrigados a trabalhar não eram remunerados, os que vinha da Polônia e da União Soviética recebiam pagamentos mínimos e os de outras nações ocidentais quase o mesmo que os trabalhadores alemães.
Esquecer, recalcar, delongar – este era o lema de muitas firmas alemãs após o fim da guerra, quando se tratava das reivindicações de antigos trabalhadores forçados. Poucas das centenas de empresas que se aproveitaram dessa mão-de-obra estavam dispostas a compensar os salários mal pagos e os danos à saúde.
Documento de identificação de trabalhador forçado
Ao todo, durante a Segunda Guerra Mundial foram trazidos das regiões ocupadas para a Alemanha 12 milhões de trabalhadores forçados. Já em 1939 a indústria alemã registrava a falta de 1,2 milhão de trabalhadores, convocados para o serviço militar. Para poder compensar esse déficit, a indústria passou a exigir a disponibilização de nova força de trabalho para manter a produção em funcionamento.
Segundo o professor de História Ulrich Herbert, da Universidade de Freiburg, não foi a ditadura nazista e sim firmas como a Blohm und Voss, a Schering, a Deutsche Reichsbahn, a Thyssen e a Mannesmann que, por si próprias, obrigaram os prisioneiros a trabalhar em condições desumanas.
Acordo tardio
Já em 1986, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução exortando a indústria alemã a indenizar antigos escravos do nazismo. Mas foi preciso que se começasse a abrir os arquivos, aumentando a pressão pública, para que as empresas se dispusessem a ceder. E, desde que bancos suíços e organizações judaicas entraram em acordo nos Estados Unidos, em meados da década de 90, as firmas alemãs que até então recusavam responsabilidade começaram a tombar como pedras de dominó. Allianz, Degussa, Deutsche Bank, Dresdner Bank passaram a compensar os trabalhos prestados à força durante o nazismo. A Volkswagen e a Siemens decidiram instituir um fundo para prestar apoio individual aos sobreviventes.
Em 1999, após negociações emperradas, chegou-se finalmente a um acordo. De um lado, encontravam-se o governo e representantes da indústria alemã; do outro, associações de vítimas o nazismo do Leste e do Centro da Europa, bem como dos Estados Unidos. Um ano mais tarde, criou-se a fundação Lembrança, Responsabilidade e Futuro, dotada com 5 bilhões de euros, uma soma simbólica, se comparada com os 50 bilhões de euros que a República Federal da Alemanha pagou a título de indenização a sobreviventes do holocausto desde 1945.
Até hoje aderiram à fundação mais de 6500 empresas alemãs. Cerca de 1,5 milhão de ex-trabalhadores forçados de 80 países foram indenizados, com idades entre 60 e 100 anos, a maioria da Polônia, Ucrânia e Rússia – muitos deles, portanto, eram crianças quando foram obrigados a trabalhar pelos nazistas.
Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1471271,00.html
Escravos do nazismo serão indenizados até 2004
Otto Lambsdorff
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Otto LambsdorffAté o final de 2001, 600 mil sobreviventes dos trabalhos forçados na Segunda Guerra Mundial terão recebido mais de 1 bilhão de dólares de indenização.
Após 56 anos de espera, 600 mil vítimas do trabalho escravo durante o nazismo terão sido indenizadas até o fim do ano com um total de 2,5 bilhões de marcos (cerca de 1,14 bilhão de dólares) do governo e do empresariado alemães. Seis meses após o início do pagamento das indenizações, o conde Otto Lambsdorff, deputado federal do Partido Liberal (FDP), se diz satisfeito com o balanço provisório.
Segundo Lambsdorff, a Fundação Lembrança, Responsabilidade e Futuro conseguiu arrecadar a quantia predeterminada de 10 bilhões de marcos (mais de 4,5 bilhões de dólares). O Estado contribuiu com 50% e o empresariado com a outra metade. Além disso, a Fundação recebeu os juros sobre a aplicação do dinheiro, no valor de 100 milhões de marcos (mais de 45 milhões de dólares).
"A tarefa gigante", nas palavras do deputado, de se indenizar todos os trabalhadores forçados do nazismo envolve cerca de 1,5 milhão de pessoas, 50 países e "deverá ser concluída em 2 ou 3 anos". Até o início de dezembro, a Fundação realizou o pagamento de 1,7 bilhão de marcos (mais de 700 milhões de dólares) para 446 mil vítimas do Leste Europeu e para a Jewish Claims Conference (JCC). Para a Polônia foram transferidos 600 milhões de marcos (274 milhões de dólares) e para a República Tcheca 200 milhões de marcos (mais de 92 milhões de dólares).
As negociações com a Polônia não deverão causar mais contratempos. As discussões a respeito do pagamento das indenizações em marcos ou em moedas locais "chegarão logo ao fim", afirma Otto Lambsdorff. Há desentendimentos sobre as perdas que os poloneses teriam com a conversão das moedas na hora do pagamento. Cerca de 35 a 40 milhões de marcos (18,2 milhões de dólares) seriam perdidos com a conversão em zloty, a moeda polonesa, da quantia calculada em marcos.
História – Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a Alemanha nazista deu continuidade aos seus planos de expansão por seis anos, explorando a mão-de-obra escrava nos países ocupados. Concretizando suas idéias racistas, cerca de 10 milhões de pessoas foram vitimadas pela exploração nazista.
Após anos de negociações, a Alemanha, os Estados Unidos e os países do Leste Europeu assinaram, no dia 17 de julho de 2000, um acordo para indenização dos sobreviventes dos trabalhos forçados. A indenização consiste em três pagamentos individuais, referentes aos trabalhos prestados. O maior deles é de 15 mil marcos (cerca de 7 mil dólares), àqueles que foram explorados nos campos de concentração. As vítimas que trabalharam em indústrias têm direito a 5 mil marcos (cerca de 2,3 mil dólares) e na agricultura, 2 mil marcos (aproximadamente mil dólares).
Entre as grandes empresas alemãs que usaram a mão-de-obra escrava, destacam-se: Volkswagen, Basf, Bayer, DaimlerBenz, Deutsch Bank, Degussa-Huels, Dresdner Bank, Thyssen Krupp, Hoechst, Siemens, Bosch e Porsche.
Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,351761,00.html
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Triângulos do Holocausto
Um gráfico, de 1938 - 1942, com marcações de prisioneiro usados em campos de concentração alemão. A lista de categorias de marcas verticais para os seguintes tipos de presos: político, criminoso profissional, emigrante, Estudantes da Bíblia (como as Testemunhas de Jeová eram então conhecidas as), homossexual, alemães tímido de trabalho, e outras nacionalidades tímido de trabalho. As categorias horizontal começam com as cores básicas, e depois mostra os reincidentes, presos em kommandos punição, os judeus, os judeus que tenham violado as leis raciais por ter relações sexuais com arianos e arianos que violaram leis raciais por ter relações sexuais com os judeus. No canto inferior esquerdo, P é para poloneses e T para tchecos. Os símbolos restantes dão exemplos de padrões de marcação.
Os campos de concentração nazis, durante a Segunda Guerra Mundial, possuíam um sistema de figuras geométricas em forma de triângulos, para auxiliar na identificação do tipo de pessoa que a portava. Alguns historiadores dizem invertidos, contudo isso, é com respeito a cor, as inclinações e a sobreposição das figuras que se baseavam os critérios para classificação dos segregados em seus respectivos lugares (campos).
Os triângulos
Face ao enorme remanejamento nos campos de concentração alemães e para efeito de transporte de prisioneiros que cumpriam tarefas fora dos campos, em vez de números, os administradores tiveram de elaborar uma engenhosa solução gráfica de identificação, que facilitava-os no monitoramento entre outros cidadãos que trabalhavam nas indústrias bélicas. Esses prisioneiros, requeridos a serviço dentro ou fora dos campos, eram obrigados a usar triângulos coloridos nas vestes para sua rápida identificação ao longe. Eram as cores dos triângulos que facilitavam identificar tanto o campo de origem do prisioneiro como seu idioma. Como esses campos eram organizados para atender o idioma dos prisioneiros, a nacionalidade e/ou preferência política, alguns historiadores entenderam que os triângulos teriam a obrigação de responder sua etnia (no sentido de raça e religião). Desse modo, com ou sem etnia, as cores variariam muito de campo para campo e de lugar para lugar. As tonalidades mais comuns correspondiam aos campos mais populosos.
Como exemplo
▼ Amarelo
Judeus - dois triângulos sobrepostos, para formar a Estrela de Davi, com a palavra "Jude" (judeu) inscrita; mischlings i.e., aqueles que eram considerados apenas parcialmente judeus, muitas vezes usavam apenas um triângulo amarelo.
▼ Vermelho
Dissidentes políticos, incluindo comunistas, sociais-democratas, liberais, anarquistas e maçons.
▼ Verde
Criminoso comum. Criminosos de ascendência ariana recebiam frequentemente privilégios especiais nos campos e poder sobre outros prisioneiros, sendo como exemplo Kapos ou chefes de block.
▼ Púrpura (roxo)
Basicamente aplicava-se a todos os objectores de consciência por motivos religiosos, por exemplo, as Testemunhas de Jeová, que negavam-se a participar dos empenhos militares da Alemanha nazista e a renegar sua fé assinando um termo declarando que serviriam a Adolf Hitler.
▼ Azul
Imigrantes. Foram usados, por exemplo, pelos prisioneiros Espanhóis que se exilaram em França a seguir à derrota na revolução Espanhola, e que mais tarde foram deportados para a Alemanha considerados como apátridas.
▼ Castanho
Ciganos roma e sinti.
▼ Negro
Lésbicas e mulheres "anti-sociais". (alcoólatras, grevistas, feministas, deficientes e mesmo anarquistas). Os Arianos casados com Judeus recebiam um triângulo negro sobre um amarelo.
▼ Rosa
Homossexuais.
A questão dos triângulos invertidos
Os triângulos coloridos cumpriam a missão de identificar os detentos quando mandados para trabalhar em alguma fábrica ou no ir e vir as cidades, logo alguns segregados (astutamente) descobriram que invertendo o lado do triangulo o mesmo mudava de cor. Essa cor de fundo facilitava ao elemento se comunicarem com outros campos ou em alguns casos cumprir tarefas num campo menos vigiado e depois fugir, essa solução entretanto foi descoberta e algum administrador elaborou outra solução sobrepondo os triângulos de algumas classes.
Dois triângulos sobrepostos formando uma Estrela de David.
- Dois triângulos sobrepostos amarelo, o emblema "Amarelo", um judeu
- Triângulo vermelho invertido sobrepostas em um amarelo-prisioneiro político judeu.
- Verde em cima de um triângulo invertido amarelo um judeu "criminoso habitual".
- Triângulo roxo invertido sobrepostas em um amarelo correspondia a umaTestemunha de Jeová de ascendência judaica.
- Triângulo invertido rosa sobreposta a um amarelo: um delinquente sexual judaico.
- Triângulo preto invertido sobrepostas em um amarelo "anti-social" e "trabalho tímido" judeus.
- Triângulo preto superposto sobre um triângulo amarelo, um judeu condenado de miscigenação e rotulados como um profanador da "raça".
- Triângulo amarelo sobreposto a um triângulo preto invertido, um ariano (mulher) condenado por miscigenação e rotulados como um profanador "raça".
Além do código das cores , alguns subgrupos tinham o complemento de uma letra localizada no centro do triângulo, para especificar prefixo do país de origem do prisioneiro, por exemplo:
B para belgas.
F para franceses.
I para italianos.
P para polacos.
S para espanhois.
T para tchecos.
U para húngaros.
Além disso, reincidência, receberia mais barras em suas estrelas, uma cor diferente para um crime diferente.
Um prisioneiro político teria uma barra vermelha sobre a sua estrela ou triângulo
Um criminoso habitual teria uma barra verde
Um trabalhador forçado estrangeiro teria uma barra azul
A Testemunha de Jeová teria uma barra púrpura
Infratores teria uma barra-de-rosa
Um anti social teria uma barra preta
Cigano (Roma) teria uma barra marrom
Referências: Katz "Jews and Freemasons in Europe". The Encyclopedia of the Holocaust. Ed. Israel Gutman. ISBN 978-0-02-897166-7
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulos_do_Holocausto
http://en.wikipedia.org/wiki/Nazi_concentration_camp_badges
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Josef Mengele - O Anjo da Morte
JOSEF MENGELE
Nascimento: 16/03/1911, Günzburg, Alemanha
Filiação: Karl Mengele e Walburga Mengele
Casamento: Irene Schoenbein (07/1939); filho: Rolf (11/03/1944); divórcio (1954)
Falecimento: 07/02/1979, praia de Bertioga, Embu, São Paulo, Brasil (supostamente)
Médico conhecido como "Anjo da Morte" no campo de concentração de Auschwitz (onde chega a 30/05/1943), por suas experiências; capturado (1945), escapa para a Argentina (1949).
Josef Mengele foi um médico alemão que atuou também durante o regime nazista. O apelido de Mengele era Beppo, mas ele era conhecido como Todesengel, "O Anjo da Morte", no campo de concentração.
Mengele foi oficial médico chefe da principal enfermaria do campo de Birkenau, que era parte do complexo Auschwitz-Birkenau. No entanto, não foi o oficial médico em chefe de Auschwitz; acima na hierarquia se encontrava os médicos Eduard Wirths e Hilario Hubrichzeinen . No fim da Segunda Guerra Josef Mengele fugiu da Alemanha passando por alguns países, até encontrar acolhida na Argentina, onde permaneceu algum tempo.
As atrocidades de Mengele
Em suas experiências com seres humanos em Auschwitz, ele injetou tinta azul em olhos de crianças, uniu as veias de gêmeos, deixou pessoas em tanques de água gelada para testar suas resistências, amputou membros de prisioneiros e coletou milhares de órgãos em seu laboratório.
A partir de 1943, os gémeos eram seleccionados e colocados em barracões especiais. Quando na rampa de selecção localizava gêmeos, os irmãos eram colocados num recinto especial e eram tratados melhor que os restantes internos. Praticamente todas as experiências de Mengele careciam de valor científico, mas foram financiadas pelo governo nazi. Incluíam, por exemplo, tentativas de mudar a cor dos olhos mediante injecções de substâncias químicas nos olhos de crianças, amputações diversas e outras cirurgias brutais e, pelo menos numa ocasião, uma tentativa de criar siameses artificialmente mediante a união de veias de irmãos gémeos (a operação foi um fracasso e o único resultado foi que as mãos dos pacientes se infectaram gravemente). As pessoas objeto de experiências de Mengele, no caso de sobreviverem, foram quase sempre assassinadas depois para dissecação.
O bloco 10 no campo de Auschwitz, onde Mengele realizava as suas experiências.
Em cooperação com outros médicos, Mengele tentou também encontrar um método de esterilização em massa; muitas das vítimas foram mulheres a quem injectava diversas substâncias, sucumbindo muitas delas ou ficando estéreis noutros casos.
Mengele fez experiências com ciganos e judeus que tinham doenças hereditárias como nanismo, síndrome de Down, irmãos siameses e outras afecções e dissecou vivas algumas pessoas mestiças, submergindo depois os seus cadáveres numa tina com um líquido que consumia as carnes, deixando livres os ossos. Os esqueletos eram enviados para Berlim como macabro mostruário da degeneração física dos judeus ou outros.
Por vezes realizava sessões de tortura submergindo em água gelada prisioneiros fortes para observar as suas reacções ante a hipotermia. Também cooperou com o seu equivalente da Força Aérea, o médico Sigmund Rascher da Luftwaffe, em algumas experiências em que submetia pessoas a mudanças de pressão extremas, e os indivíduos morriam com horrorosas convulsões por excessiva pressão intracraniana. Rascher foi o equivalente de Mengele na experimentação em seres humanos, mas com fins militares. A sua perversidade andava a par da de Mengele, mas a sua história e final foram muito distintos.
Devido as atrocidades cometidas por ele durante a guerra, seu título de Doutor foi revogado pelas Universidades de Frankfurt e Munique.
Mengele fez numa ocasião carregar um vagão de trem com caixões que os prisioneiros notaram "demasiado pesados para o seu volume". Os caixões iam com destino a Günzburg e alguns prisioneiros deduziram correctamente que continham lingotes de ouro, provenientes das extracções dentárias das vítimas do campo. Este foi um dos primeiros indícios de que Mengele tinha pressentido o fim da Alemanha Nazi.
Solicitação de exame: única prova documental contra o Dr. Mengele
Em 26 de Novembro de 1944, Richard Baer, comandante de Auschwitz, recebeu uma estranha ordem para desmantelar a instalação, decaindo o ritmo de extermínio do campo. A ordem provinha diretamente de Adolf Hitler (que depois se suicidaria), e a muitos causou surpresa a situação.
Apenas 23 dias antes Mengele tinha estado na seleção de prisioneiros para enviar às câmaras de gás. Para ele a ordem não causou estranheza, pois estava convencido que a Alemanha Nazi perderia a guerra.
Mengele abandonou de forma encoberta o campo em 17 de Janeiro de 1945, e 10 dias depois o Exército Vermelho chegou ao campo e libertou os poucos sobreviventes.
Josef Mengele abandonou Auschwitz e foi para o antigo campo de concentração de Gross-Rosen. Em Agosto de 1944 este campo fora encerrado. Em Abril de 1945 fugiu para o oeste disfarçado como membro da infantaria regular alemã, com identidade falsa, mas foi capturado.
Como prisioneiro de guerra, cumpriu pena de prisão perto de Nuremberg. Foi libertado depois, quando se desconhecia a sua identidade. Durante os julgamentos de Nuremberg não se mencionou Josef Mengele como genocida.
Sabe-se que fugiu para a Argentina, provavelmente ainda na década de 1940.
A casa que Mengele ocupou em Hohenhau, no Paraguai.
Todavia, com a captura de Adolf Eichmann por agentes do Mossad, em Buenos Aires, Mengele decidiu fugir da Argentina e se escondeu no Paraguai para depois passar para o Brasil, onde teria vivido em Serra Negra, Assis, Nova Europa,Mogi das Cruzes e Bertioga, no estado de São Paulo, até à sua morte.
Inacreditavelmente, nem a Mossad nem o Centro Simon Wiesenthal conseguiram localizá-lo apesar de o seu filho Rolf o ter visitado duas vezes e com ele trocar correspondência.
Sabe-se hoje que no Brasil viveu modestamente numa favela sob o nome falso de Pedro Gerhard. Quando lhe perguntavam o passado, afirmava que como oficial alemão se limitava a selecionar as pessoas aptas para o trabalho e que nunca matara ninguém.
Em 1979, o seu estado de saúde estava em franca deterioração e a família alemã que o assistia convidou-o a refrescar-se numa praia de pendente muito suave, Bertioga, no litoral paulista, Mengele aceitou. Quando alguns membros se introduziram na água, Mengele seguiu-os até alcançar uma distância de 100 m, mas a escassa profundidade. Então, por motivos confusos e nunca esclarecidos, afogou-se, apesar de um dos amigos que o acompanhava ter imediatamente dado auxílio (supôs-de cãibras, ataque cardíaco, etc., ou mesmo suicídio).
A versão oficial é que se feriu, talvez acidentalmente, com um pedaço de madeira quando nadava em Bertioga, e isso provocou a sua morte por afogamento. Causa estranheza o fato de que Mengele não sabia nadar. Os seus ossos foram exumados em 1985, no cemitério de Rosário, na cidade de Embu das Artes, na grande São Paulo. A perícia, conduzida por especialistas do IML e da UNICAMP, determinou que a ossada era do médico nazista: um defeito dental que tinha nos dentes superiores frontais foi comprovado, além de coincidir em idade e estatura. Em 1992, uma análise de ADN confirmou finalmente a sua identidade.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Josef_Mengele
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
Trabalho escravo em industrias alemãs
Mão de obra escrava na construção de peças.
Durante a Segunda Grande Guerra, a máquina de guerra alemã recorreu a trabalho forçado dos prisioneiros existentes nos vários campos de concentração. Várias empresas alemãs usaram os prisioneiros desses campos de concentração para produzir. Algumas das principais empresas alemãs que utilizaram trabalho escravo durante a guerra encontram-se referidas na seguinte tabela:
Nome _________________Ramo da Atividade
Allianz_________________Seguros
Stihl __________________Máquinas e Equipamentos
Basf __________________Química
Bayer _________________Química e Farmacêutica
Beiesdorf ______________Cosméticos
BMW __________________Automobilístico
Commerzbank __________Financeiro
Daimler-Chrysler ________Automobilístico
Degussa-Huls ___________Metais preciosos, química
Deutsche Bank __________Financeiro
Lufthansa ______________Aviação
Henkel ________________Química
Hoechst _______________Química
MAN __________________Automobilístico
Mannensmann __________Siderúrgico
Robert Bosch ___________Peças de automóveis
Siemens _______________Equipamentos, Telecomunicações
Thyssen-Krupp __________Siderúrgico
Varta __________________Peças de automóveis
Volkswagen _____________Automobilístico
Um dos exemplos referidos foi o da Volkswagen. Esta empresa criou o modelo de manter os campos de concentração na própria fábrica, sendo que os prisioneiros produziam equipamento bélico. Os franceses e italianos montavam carros de combate, as mulheres soviéticas enchiam bombas, os metalúrgicos do Leste europeu soldavam peças para aviões de caça Fl-103. Os prisioneiros chegavam a representar 67% dos trabalhadores no pico da produção.
Os prisioneiros eram alojados em barracões, sendo que os homens eram separados das mulheres e crianças. Na medida em que qualquer erro ou falha por parte dos prisioneiros era entendida como actos de sabotagem, recorria-se a severos castigos.
Notem que algumasas industrias que usaram mão de obra escrava existe ainda até hoje e estão no mercado, com grande poder aquisitivo.
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Humilhação aos judeus
Mulher: Sou a maior porca da cidade, eu tenho relacionamento somente com judeus.
Homem: Eu levo só garotas alemães para meu quarto.
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Castigo no campo de concentração
Um dos castigos mais temidos era a estaca. Os prisioneiros ficavam suspensos pelos braços sem tocar os pés no chão, durante um longo periodo de tempo, o que é algo totalmente doloroso. Chega uma hora que a dor fica insuportavel, fazendo que os prisioneiros percam a conciência.
Como se vê na imagem, o prisioneiro que saiu do castigo tomba de face ao encontro do chão.
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Raras fotos engraçadas de soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial
Os soldados "invencíveis" alemães da Wehrmacht eram humanos também. São dadas abaixo algumas fotos desses bravos homens durante os momentos mais leves da Segunda Guerra Mundial. As fotos mostram o lado humano do exército alemão.
Todas as imagens são do front russo. Se quer saber quantos deles devolvidos vivos para a Alemanha após a guerra, após Paulus se render em Stalingrado, apenas 5 mil dos 91 mil prisioneiros de guerra alemães em Stalingrado sobreviveram ao cativeiro e retornaram para casa depois da guerra.
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Bélgica
Nome do Ás_Vitórias
1.Rodolphe de Hemicourt de Grunne_13
2.Ivan Monceau de Bergandal_8
3.Jean H.M. Offenberg _7
4.Charles F.J. Detal_6
5.Remi van Lierde_6
6.Victor M.M. Ortmans _6
7.Jacques A.L. Philipart_5
8.Daniel Leroy du Vivier_5
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Canadá
Nome do Ás_Vitórias
1.G.F Beurling_31
2.V.C. Woodward_21
3.H.W. McLeod_21
4.V.C. Woodward_21
5.J.F. Edwards_17
6.W.L. McKnight_15
7.R. Bannock_11
8.Peter Blatchford_5
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - China
Nome do Ás_Vitórias
1.Liu Chi-Sun_9
2.Wang Kuang-Fu_8
3.Kao Yu-Shin_8
4.Kuan Tan_8
5.Yuan Pao-Kang_8
6.Chow Che-Kei_6
7.Chen Chi-Wei_5
8.Tsang S-L._5
1.Liu Chi-Sun_9
2.Wang Kuang-Fu_8
3.Kao Yu-Shin_8
4.Kuan Tan_8
5.Yuan Pao-Kang_8
6.Chow Che-Kei_6
7.Chen Chi-Wei_5
8.Tsang S-L._5
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Tchecoslováquia
Há algumas notas à salientar acerca de alguns pilotos, por isso, após o número de vitórias há uma outra underline seguida pelo comentário nos referidos casos.
A lista conta principalmente os que lutaram no exílio com os britânicos.
Nome do Ás_Vitórias_Notas
1.Rotnik Rezny_32_(Eslovaco)
2.Joseph Frantisek_28_(Tcheco)
3.K. Kuttelwasser_28_(Tcheco)
4.Karel Kuttelwascher_18_(Tcheco)
5.Alois Vasatko_12_(Tcheco)
6.Francois de Perina_11_(Tcheco)
7.Miroslav J. Mansfield_8_(Tcheco)
8.O. Smik_8_(Tcheco)
9.Adolphe Vybiral_6_(Tcheco)
10.Wenceslas Cukr_6_(Tcheco)
11.F. Dolezal Czech_5
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - França
Há algumas notas à salientar acerca de alguns pilotos, por isso, após o número de vitórias há uma outra underline seguida pelo comentário nos referidos casos.
Esta lista incluí também ases de Governo de Vichy e da França Livre.
Nome do Ás_Vitórias_Notas
1.Marcel Albert_23_(França Livre)
2.Jean Demozay_21_(França Livre)
3.Edmond Marin la Meslee_20_(França Livre)
4.Pierre LeGoan_20_(França Livre / Vichy)
5.Pierre H. Closterman_19_(França Livre)
6.Roland de la Poype_17_(França Livre)
7.Jacques Andre_16_(França Livre)
8.Louis Delfino_16_(França Livre)
9.Michel Dorance_16_(França Livre)
10.Roger Sauvage_16_(França Livre)
11.Jean Accart_15_(França Livre)
12.Le Nigen Vichy_12
13.Abel Guides_10_(França Livre)
14.Morel_10
15.William Laboussiere_8_(Vichy)
16.Teillet_7
17.Thollon_7
18.Couteaud_6
19.Daval_6
20.Regis Guieu_5
21.Houze_5
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França
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Nova Zelândia
Nome do Ás_Vitórias
1.C.F. Gray_27
2.Alan Deere_22
3.John C Checketts_22
4.E.D. Mackie_21
5.W.V.C. Compton_21
6.E.J. Kain_17
7.Brian John George Carbury_12
8.Wilfred Greville Clouston_12
9.John Albert Axel Gibson_11
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Nova Zelândia
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Noruega
Nome do Ás_Vitórias
1.Sevin Heglund_14
2.Werner Christie_11
3.Helner G.E. Grundt-Spang_10
4.Martin Y. Gran_9
5.Marius Eriksen_9
6.Nils Joerstad_6
7.Fredrik Fearnley_6
8.Ragnar Dogger_6
9.Helge Sognnaes_5
10.Rolf Arne Berg_5
11.Ole Aanjesen_5
12.Bjoern Bjoernstad_5
13.Helge Mehre_5
14.Arne Austeen_5
15.Olav Djoenne_5
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Noruega
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - Polônia
Nome do Ás_Vitórias
1.Stanislaw Skalski_21
2.Witold Urbanowicz_17
3.Eugeniusz Horbaczewski_16
4.Boleslaw Gladych_14
5.Jan Eugeniusz Ludwik Zumbach_12
6.Marian Pisarek_12
7.Aleksander Gabaszewicz_9
8.Miroslaw Feric_9
9.Henryk Szczesny_9
10.Michal Maciejewski_9
11.Waclaw Krol_9
12.Aleksander Chudek_9
13.Jan Falakowski_9
14.Antoni Glowacki_8
15.Zdzislaw Henneberg_8
16.Stanislaw Brzeski_8
17.Eugeniusz Szaposznikow_8
18.Witold Lokuciewski_8
19.Adolf Pietrasiak_8
20.Henryk Pietrzak_7
21.Jozef Jeka_7
22.Boleslaw Drobinski_7
23.Marian Belc_7
24.Stanislaw Karubin_7
25.Karol Pniak_6
26.Waclaw Lepkowski_6
27.Stefan Janus_6
28.Ludwik Paszkiewicz_6
29.Mieczyslaw Mumler_6
30.Stefan Witrzonc_6
31.Kazimierz Rutkowski_5
32.Czaslaw Glowczynski_5
33.Michal Cwynar_5
34.Mieczyslaw Adamek_5
35.Boleslaw Wlasnowolski_5
36.Franciszek Surma_5
37.Stanislaw Blok_5
38.Kazimierz Sporny_5
39.Grzegorz Sologub_5
40.Jan Bargielowski_5
41.Jerzy Poplawski_5
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - EUA
Nome do Ás_Vitórias
1.Richard I. Bong_40
2.Thomas B. McGuire Jr._38
3.David McCampbell_34
4.Francis S. Gabreski_28
5.Gregory Boyington_28
6.Robert S. Johnson_28
7.Charles H. MacDonald_27
8.George E. Preddy Jr._26
9.Joseph Jacob Foss_26
10.Lance C. Wade_25
11.Robert Murray Hanson_25
12.John C. Meyer_24
13.Cecil E. Harris_24
14.Eugene A. Valencia_23
15.Ray S. Wetmore_22 David C. Schilling_22
16.Gerald R. Johnson_22
17.Jay T. Robbins_22
18.Neel E. Kearby_22
19.Don S. Gentile_21 Fred J. Christensen_21
20.John J. Voll_21
21.Kenneth A. Walsh_21
22.Walker M. Mahurin_20
23.Donald N. Aldrich_20
24.Robert B. Westbrook_20
25.Thomas J. Lynch_20
26.Dominic S. Gentile_19
27.Duane W. Beeson_19
28.Alexander Vraciu_19
29.Cornelius N. Nooy_19
30.Glenn E. Duncan_19
31.John L. Smith_19
32.Patrick D. Fleming_19
33.Glenn T. Eagleston_18
34.Charles H. Older_18
35.Leonard K. Carson_18
36.Marion Eugene Carl_18
37.Wilbur J. Thomas_18
38.Herschel H. Green_18
39.John C. Herbst_18
40.Walter C. Beckham_18
41.Hubert Zemke_17
42.John B. England_17
43.William N. Reed_17
44.David L. Hill_17
45.John F. Thornell Jr._17
46.Henry William Brown_17
47.Charles R. Stimpson_17
48.Gerald W. Johnson_17
49.Ira C. Kepford_17
50.James S. Varnell Jr._17
51.Robert W. Foy_17
52.Ralph K. Hofer_16
53.John T. Godfrey_16
54.Clarence E. Anderson_16
55.Bill Harris_16
56.Douglas Baker_16
57.George S. Welch_16
58.William D. Dunham_16
59.William T. Whisner_15
60.Donald J.M. Blakeslee_15
61.Donald M. Beerbower_15
62.James E. Swett_15
63.Richard A. Peterson_15
64.Robert H. Neale_15
65.Cyril F. Homer_15
66.Edward Cragg_15
67.Harold L. Spears_15
68.Jack T. Bradley_15
69.James A. Goodson_15
70.Samuel J. Brown_15
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Lista de nomes dos áses e de vitórias - África do Sul
Há algumas notas à salientar acerca de alguns pilotos, por isso, após o número de vitórias há uma outra underline seguida pelo comentário nos referidos casos. A sigla "MeA" significa "Morto em ação".
Nome do Ás_Vitórias_Notas
1.Marmaduke Pattle_34
2.Adolf Gysbert Malan_32
3.C. Le Roux_23
4.P.H. Hugo_22
5.A.G. Lewis_18
6.J.E Frost_14_(maior pontuador da FASA no N. da África. MeA, 14/06/42)
7.Green C.P._14
8.Whiting S.R._13
9.Driver K.W._12_(prisioneiro de guerra, 15 de junho de 1941)
10.Van Vliet C.A._12
11.Osler M.S._11
12.Bosman A.C._10
13.Davies C.R._10
14.Hull C.B._10
15.Morris E.J._10
16.Talbot R.H._10
17.Van Breda-Theron S._10
18.Golding D.W._9
19.Loftus D.H._9
20.Lardner-Burke H.P._8
21.Saville E.C._8_(MeA, 19 de setembro de 1943)
22.Wallace T.Y._8
23.Van Metz B._7
24.Rabagliati A.C._7
25.Wilmot L.A._7
26.Stapelton B.G._6
27.Starret H._6
28.Smith H.F._6_(MeA, 25 de março de 1943)
29.Bailey J.R.A._6
30.Haysom G.D.L_6
31.Lacey D.V.D._6_(MeA, 7 de agosto de 1942)
32.Le Mesurier G.J._6
33.Pare R._6_(MeA, 3/6/42, provavelmente por Hans-Joachim Marseille)
34.Waugh L.R.S._6_(Derrubou o às alemão Friedrich Korner)
35.Boyle B.J.L._5
36.Duncan A._5_(MeA, 31 de maio de 1942)
37.Faure J.H._5
38.Gaynor J.H._5_(MeA, 3 de março de 1944)
39.Robinson McC.E.S._5
40.Barber M.C.H._5
41.Botha A.J._5_(MeA, 14 de junho de 1941)
42.Botha L.C._5_(MeA, 17 de junho de 1942)
43.Hewitson J.L._5_(Prisioneiro de guerra
44.Hojem R.C._5
45.Human J.D.W._5
46.Lindsay V.M.L._5
47.Metelerkamp P.C.R._5_(MeA, 13 de dezembro de 1942)
48.Morris D.G._5
49.Seccombe J.T._5
50.Wildsmith H.E.N_5
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