sábado, 15 de janeiro de 2011
Raras fotos engraçadas e inusitadas de soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial
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domingo, 9 de janeiro de 2011
Serviço secreto alemão sabia que Eichmann vivia na Argentina desde 1952
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| Documento divulgado em 2007 mostra foto de Ricardo Klement, nome utilizado pelo oficial da SS Adolf Eichmann |
AFP 08/01/2011
BERLIM — O serviço secreto alemão sabia desde 1952 que Adolf Eichmann, oficial da SS nazista procurado por participar do Holocausto de judeus na Segunda Guerra Mundial, havia se refugiado na Argentina após o fim do conflito, revelou neste sábado o jornal alemão Bild.
Eichmann, tenente coronel da SS, responsável pela logística para a deportação dos judeus, foi preso pelos Estados Unidos em 1945, mas conseguiu fugir.
Depois de viver clandestinamente na Alemanha durante vários anos, Eichmann viajou para a Argentina sob identidade falsa, mas foi encontrado pelo serviço secreto israelense e sequestrado em 1960. Julgado e condenado em Israel, o ex-oficial da SS foi enforcado em 1962.
"Eichmann não está no Egito, vive com um nome falso de Clemens na Argentina", diz uma ficha do serviço de inteligência alemão datada de 1952, reproduzida parcialmente pelo Bild.
Na época, Eichmann utilizaba o nome de "Ricardo Klement", segundo o Bild, destacando que os serviços alemães nada fizeram para prender o criminoso de guerra.
De acordo com documentos da CIA revelados em 2006, as autoridades alemãs aparentemente esperaram até 1958 para informar seus pares americanos sobre a localização de Eichmann.
Fonte: Google noticias
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sábado, 8 de janeiro de 2011
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Assassinatos em massa: Relatório de um comandante de regimento ao Comandante-Chefe do 9º Exército
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| 9º Batalhão de Policia |
Em fins de julho de 1941, o regimento sob minhas ordens marchava para Schitomir, onde teríamos ins dias de descanso. Quando, acompanhado pelo meu Estado-Maior, na tarde do dia da chegada, ocupei a casa que nos fora destinada, ouvi, bastante próximo, uns tiros de espingarda e pouco depois disparos isolados de pistola. Decidi perguntar sobre que se tratava. Na companhia do meu ajudante e do oficial de serviço, os tenentes von Bassewitz e Müller-Brodmann, dirigi-me para o local de onde procediam os disparos. Logo constatamos que eramos testemunhas de um horrendo espetáculo. Vimos nu,erosos soldados e civis indo para um pequeno declive onde conforme nos disseram, cumpria-se cada dia um sem fim de execuções.
Subimos num monte e então vimos o espetáculo em toda a sua amplitude. No declive tinham cavado uma vala de uns sete ou oito metros de comprimento e quatro de largura de largura e a terra fora amontoada a uma lado. Esta terra estava manchada de sangue. A mesma vala estava cheia de cadaveres de ambos os sexos e era dificil calcular o seu numero, pois não se podia ver a sua profundidade.
Distinguimos um pelotão de execução constituido por agentes de policia sob as ordens de um oficial também da policia. Os uniformes dos agentes estavam manchados de sangue. Vimos muitos soldados dos regimentos designados para aquele setor, alguns apenas em traje de banho, que assistiam as execuções . Além deles, camponeses, mulheres e crianças,. Aproximei-me da vala e deparei um quadro dque não esquecerei enquanto viver. Um ancião, a barba completametne branca, ainda dava sinais de vida. Supliquei a um dos agentes que lhe desse o tiro de misericordia. Ele me respondeu: Já enfiei sete balas no corpo dele. Morrerá sozinho.
Os cadáveres ficavam estendidos na vala, na mesma posição em que tinham caido. Muitos ainda viviam e os oficiais disparavam-lhes o tiro de misericórdia na nuca.
Pela minha participação na Grande Guerra e nas campanhas da França e Russia, fora testemunha de muitos fatos deploráveis, mas não me lembro de ter testemunhado coisa parecida.
Os cadáveres ficavam estendidos na vala, na mesma posição em que tinham caido. Muitos ainda viviam e os oficiais disparavam-lhes o tiro de misericórdia na nuca.
Pela minha participação na Grande Guerra e nas campanhas da França e Russia, fora testemunha de muitos fatos deploráveis, mas não me lembro de ter testemunhado coisa parecida.
Esta exposição de um comandante alemão poderia ser completada por centenas de outras testemunhas. Em todo o Leste, nas proximidades de todas as grandes povoações, tinham ocorrido fuzilamentos em massa.
Transição por: avidanofront.blogspot.com
Fonte: HEYDECKER, J. Joe; LEEB, Johannes. O processo de Nuremberg. Rio de Janeiro: Bruguera,1968, pg. 353-354
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Fonte: HEYDECKER, J. Joe; LEEB, Johannes. O processo de Nuremberg. Rio de Janeiro: Bruguera,1968, pg. 353-354
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Atrocidades cometidas pelos russos e pelo Leibstandarte SS
"Como um monstro pré-histórico preso numa rede, o Exercito Vermelho esforçava-se desesperadamente e com efeito cada vez maior à medida que os reflexos ativavam as partes mais distantes do seu corpo".
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| Soldados do Kampfgruppe Hansen (1st SS-Panzer-Division LSSAH) |
Houve muitas dessas atrocidades, como todos os Aliados relataram com veemencia nos julgamentos em Nuremberg, nos quais a organização SS foi acusada de assassinato, como o "Leibstandarte" sendo direta ou indiretamente envolvido em nada menos que 31 acusações especificas. Mas os acusados alegavam "represália" como explicação e, alias, como justificativa. Naturalmente, nunca se pode decidir sobre quem desfechou o primeiro golpe. Dietrich ordenou sem hesitação o fuzilamento de 4000 prisioneiros russos durante a batalha de Tagarong, quando os cadáveres de seis membros de "Leibstandarte" que, segundos civis soviéticos, tinham sido surrados e esquartejados até morrer sob machados e pás pela policia secreta russa, foram encontrados num pátio. Dietrich tambem não hesitou em fuzilar um pelotãode infantaria SS que havia mostrado sinais de covardia quando participava da grande batalha da curva do Dnieper. Eles não eram homens do "Leibstandarte": faziam parte de uma batalhão SS recrutado com base na ordem de Himmler permitindo o influxo de sangue estrangeiro para que o fornecimento de homens à Wermacht não fosse prejudicado. "Eles eram letões, romenos e ralé semelhante, e tinham recuado da frente aos berros de 'Os tanques russos estão chegando!'. Que valor tinham tais homens? A gente os fuzilava instantaneamente e jogava seus corpos no rio." Piedade e compaixão estavam fora dos termos de referencia de Dietrich. Assim é que ele também não demonstrou qualquer remorso ao mandar um bando de Schrecklichkeit (terror) do "Leibstandarte" espancar até a morte 200 feridos num hospital de Kharkov, antes de incendiar o prédio. Nesse hediondo, os atacantes usaram os cintos do "Leibstandarte", cujas fivelas exibiam o lema "Minha honra chama-se fidelidade" (Meine Ehre heisst Treue). Um deles disse em Nuremberg que "Não pareceu ignominioso. Era uma ordem e era pelo Fuhrer e pelo Reich. Não nos teriam mandado fazer aquilo se não fosse necessário".
Não é de se espantar que a "temida e terrível arma do "Leibstandarte", sua reputação(frase de Himmler), o precedesse em cada batalha.
Transcrição por: Daniel Moratori - avidanofront.blogspot.com
Fonte: WIKES, Alan - A guarda de Hitler - SS Leibstandarte - Ed. Renes; pg.125-128
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Carta de Grigori Daineka, primeiro tenente na URSS
Sou bielorusso da região de Polessie, circulo de Outubro. Li na Pravda o artigo intitulado: Na terra da Bielorrussia.
Fez-me sangrar o coração. Os alemães chegaram a Rudobielka. Encerraram no clube duzentos e dez habitantes e queimaram-nos a todos. Torturaram Nadia Mikhailovskaia: cortaram-lhe os seios, furaram-lhe os olhos. Lançaram ao fogo a mulher de Samutina
E, na minha aldeia natal de Karpilovka, queimaram num barraco setecentas mulheres e crianças. Assim morreu o doutor Tchernnettski, tão querido do povo. Queimado pelos alemães. E, como é horrivel dize-lo, tambem morreu queimada a minha namorada.
...Quero afirmar bem alto que o nosso povo bielorusso vive. Eis o meu juramento: Nos vingaremos. Dizei aos combatentes: se não matarmos os alemães eles tambem queimarão as vossas namoradas. Dizei-lhes: se sentirem dificuldades durante a ofensiva, pensem em Helena Grapanovitch, e se sentirão melhor. A mesma dor e o mesmo destino para todos. Hoje a minha dor é grande, mas não perdi a coragem. Sei que avançamos para oeste.
Grigori Daineka
Transcrito por: Daniel Moratori - avidanofront.blogspot.com
Fonte: COELHO, Zeferino - O crime metódico. Ed. Inova Limitada - pg.86-87
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Unidades militares punitivas russas
Unidades militares punitivas - unidades do Exército, no qual em tempo de guerra, são enviados como castigo soldados que cometem crimes (exceto crimes graves para os quais se baseia a pena de morte ).
Unidades militares punitiva existiam sob a forma de batalhões punição e companhia penal. Na força aérea por um curto período de tempo, houve esquadrão punitivo.
Além do Exército Vermelho, unidades punitivas estavam nas forças armadas de outros estados.
Unidades militares penais na URSS
As unidades penais existiram no Exército Vermelho a partir de 25 julho de 1942 à 06 de junho de 1945; foram dirigidas para as partes mais difíceis da frente, para dar a possibilidade dos batalhões penais "de pagar com sangue à Pátria"; ao mesmo tempo, foram inevitáveis perdas de pessoal.
A primeiro unidade penal empregada foi durante a Segunda Guerra Mundial, onde foi formado no Exército um batalhão penal independente, no 42º Exército da Frente de Leningrado - foi em 25 de julho de 1942, três dias antes da famosa Ordem № 227 . Como parte do 42 º Exército, lutou até 10 de Outubro 1942, e foi dissolvido. A unidade penal mais recente, o 32 º batalhão penal independente do 1º Exército de Choque, se desfez à 06 de junho 1945.
Durante todos os anos da Segunda Guerra Mundial, através de unidades penais teve ter passado, de acordo com algumas fontes, 427.910 pessoas. Se considerarmos que por toda a guerra passou pelo exército 34.476.700 pessoas, a percentagem de soldados e oficiais do Exército Vermelho que passaram por unidades penais para todo o período da Grande Guerra Patriótica, era cerca de 1,24%.
Por exemplo, em 1944, a perda total do Exército Vermelho (mortos, feridos, presos, doentes) - 6.503.204 pessoas, das quais o penais - 170 298. Total em 1944, o Exército Vermelho tinha 11 batalhões penal de 226 pessoas cada um, e a 243 companhias penais de 102 pessoas cada. O número médio mensal no Exército de companhia penais, em 1944, em todas as frentes variou 204-295. O ponto mais alto o número diário no Exército de companhia penais (335 boca) foi alcançada por 20 de julho de 1943.
Batalhão penal (Batalhão de Processo Penal) - Unidade penal com a categoria de batalhão .
De soldados do Exército Vermelho foi até oficiais de todas as armas, militares ou condenados por crimes comuns. Estas unidades foram formadas sobre as ordens do Comissário de Defesa do Povo da URSS № 227 de 28 de julho de 1942 na gama de frentes em uma quantidade de 1-3 (dependendo da situação). Eles somavam 800 pessoas. O batalhão penal era comandado por oficiais regulares.
Companhia penal
Companhia penal - Unidade penal com na categoria de companhia .
Dentro do Exército em quantidades 5-10 (dependendo da situação). Eram 150-200 pessoas. Comandado por oficial regular.
Esquadrão aéreo penal
Esquadrões penais foram criados em todas as frentes, sendo 3 esquadrões, para os pilotos que tenham manifestado, covardia, sabotagem e egoismo. Existiu desde o verão de 1942 até o final de 1942. Com duração de cerca de 1,5 meses. "O segredo" dos documentos sobre assuntos penais e esquadrões penais foi retirada em 2004.
Estado das unidades punitivas militares
O pessoal do batalhão penal eram divididos em composição variáveis e constante. Composição variável representou diretamente nos batalhões penais os que estavam na unidade temporariamente, até o término da sua pena (até 3 meses), transferidos para uma unidade comum, pela sua bravura, quer por lesão. A composição constante eram os comandantes do pelotão e, sobretudo, os nomeados de entre oficiais de carreira, os trabalhadores políticos e trabalhadores efetivos (comunicadores, funcionários, etc) e pessoal médico.
Pessoas, dentre os membro permanentes de uma unidade de punição eram compensados por uma série de benefícios - para a reforma do serviço, um mês é contado como seis meses de serviço, e os funcionários recebem um maior subsídio (comandante do pelotão para receber rublos, mais 100 do que suas contrapartes no lado normal) e um aumento da oferta de certificado de alimentos e era comum receber aumento da oferta de alimentos.
O tamanho do batalhão penal em numeros era de 800 homens, e companhia penal 200.
Motivos para envio para as unidades militares punitivas
A base para o envio de um técnico a uma unidade militar penal era a ordem do comando, em conexão com violação da disciplina militar ou ao veredicto do tribunal para a mobilização de forças militares ou crime comum (exceto para o crime pelo qual a punição era a pena de morte).
Como pena alternativa foi permitido na área da companhia penal, civis que tenham sido condenados por um tribunal e com uma sentença judicial por prática de pequenos crimes e crimes moderadamente comuns. Pessoas condenadas por crimes graves e de crimes contra o Estado, cumprindo pena na prisão.
Há uma percepção de que, em batalhões penais eram enviados as pessoas que cumpriam penas por crimes graves e de crimes contra o Estado (os chamados "políticos"). Esta declaração tem uma certa razão, pois houve casos da direção na unidade dar sanção "política" a prisioneiros (em especial, em 1942, quando na 45ª companhia penal foi enviado um condenado em 1941 por 5 anos nos campos, de acordo com 58ª artigo, Vladimir Karpov, que mais tarde se tornou o herói da União Soviética e um escritor famoso). Ao mesmo tempo, nos termos em vigor na época, normas que regulam o procedimento para o envio de uma parte punitiva na aquisição de partes de uma determinada categoria específica de pessoas não foi prestada . Uma pessoa que já está cumprindo pena na prisão, de acordo com a operação no momento do "Código de Processo Penal" e do "Campo de Trabalho Forçado" foram obrigados a servir o seu tempo apenas em instituições penais. Como exceção, a pedido pessoal do Comissário do Povo dos Assuntos Internos L. Beria, uma pessoa entre os condenados que cumprem penas em campos de trabalho, colônias de povoamento, independentemente do tipo (exceto os condenados por crimes graves e hediondos e de governo), pode ser perdoado ou ter liberdade condicional por comportamento exemplar, e cumprindo um plano, em seguida recrutados para o exército regular. Da mesma forma, não poderiam ser enviados para os batalhões penais cumprindo uma sentença de " ladrões" .
Motivos para a liberação dos militares de unidades penais
Os motivos para a libertação de pessoas que cumprem penas em unidades militares penais, foram:
- Obtidos pelos militares, servindo na sua sentença de lesões, moderada ou grave que requer hospitalização.
- Resolução do Conselho Militar, a pedido do comandante da unidades militares punitiva sob a forma de promoção para os militares, que têm demonstrado coragem e bravura.Traduzido por: avidanofront.blogspot.com
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
A impressionante historia do piloto desaparecido
30 de abril de 1942. Nada fundamental parecia ter acontecido na frente naquele dia. As forças soviéticas destruíram 38 aviões de caça alemães e perdeu 9 dos seus.
Entre as perdas do dia era lendário ataque de aviões IL-2. Na coluna de controle de um desses aviões monolugares foi feita a última batalha tenente Michail Gavrilov .Ele desapareceu.
Em 1944, o tenente Gavrilov já era um piloto experiente. De acordo com o cinto que ele tinha, no mínimo 27 operações voos, dos quais 20 pareciam ser ataques a baixa altitude há mão de obra do inimigo, tanques, artilharia e aeródromos.
01 de abril de 1945. Onze aviões voaram em uma missão de ataque. Só Gavrilov retornou ao aeroporto de origem. Ele relatou que o grupo foi recebido pelo fogo antiaéreo, mas manobrou com sucesso ao atacar o inimigo. Após a segunda tentativa, o grupo correu para o inimigo, quebrando a parede de fogo antiaéreo de defesa, e com sucesso começou a sair do ataque.
Gavrilov iniciou uma manobra para o terceiro ataque, mas logo percebeu vestígios de fogo acima de sua cabeça. Eles foram atacados por "Messerschmidts", e a luta durou cerca de 15 minutos. No longo prazo, o "Messers" dividiram a formação Soviética e fez-los a lutar sozinhos. Alguns aviões soviéticos foram derrubados nesta batalha.
Em 03 de abril um grupo de quatro IL-2 aviões de ataque, no qual Gavrilov ficou no lugar do líder, foi atacado por três aviões de combate. Os aviões alemães derrubaram o líder de uma vez e Gavrilov assumiu o comando sobre o grupo. Na luta de 20 minutos, em que Gavrilov confrontrado com sucesso e atacado por aviões alemães em seu IL-2, estava sendo observado desde o início pelo coronel Ivanov e um grupo de pilotos. Foram eles, que enviaram uma carta "cheio de admiração com coragem e bravura do tenente Gavrilov" para o comandante. Para essa luta Gavrilov foi condecorado por bravura na batalha com a ordem da "Bandeira Vermelha" e foi a primeira condecoração soviética. Ela foi instituída para o altruísmo de notável coragem e bravura manifestado em defesa da Pátria Socialista.
Quem era o bravo piloto de caça Gavrilov? Nascido em 1916, trabalhador da Rússia, membro do Partido Comunista da União Soviética. Participou na campanha polonesa de 1993. De acordo com os dados do Arquivo Central do Ministério da Defesa da Rússia estava faltando desde 30 de abril de 1942. Não retornou da última missão da operação Lyuban. O tragico Demyansk Pocket estava chegando ao seu fim (Demyansk Pocket foi o nome dado para o cerco das tropas alemãs pelo Exército Vermelho em torno Demyansk (Demjansk), ao sul de Leningrado , durante a Segunda Guerra Mundial sobre o Leste Frente. O bolsão existiu principalmente a partir de 08 de fevereiro até 21 de abril de 1942. Um pequeno bolsão foi cercado simultaneamente em Kholm, cerca de 100 km a sudoeste. Estes foram os resultados da retirada alemã, depois da derrota durante a Batalha de Moscou .)
Nas regiões de Demyansk, muitas batalhas duras aconteciam. Várias divisões inimigas ficaram cercadas pelo exército soviético. Há razões para supor que o tenente Gavrilov com os pilotos de caças atacavam aeródromos inimigos. Ele deve ter sido abatido por aviões inimigos luta ou por arma anti-aérea. Ele não retornou a base e ficou no meio do caminho. Onde exatamente - ninguém sabia.
68 anos depois, o tenente e seu Gavrilov IL-2 foi encontradao em um pântano. Duas semanas atrás ( 10/11/2010). Anatoliy Pavlov, comandante da brigada de busca "Demyansk", e seus companheiros passaram vários dias de extração da lama que deixou exposto um único avião de ataque IL-2. Embora não muito tenha sido deixado: casco blindados, motor e fragmentos do plano de construção. E o principal - restos de um piloto foram encontrados dentro. Essa dádiva de Deus valeu a pena os vários dias de trabalho duro e do trabalho de dezenas de voluntários desgastados com rodas e equipamentos de pista e uma bomba, que tinha sido constantemente bombeados de água do pântano do sítio das escavações.
O piloto estava com macacão, capacete e botas de algodão/lã. Não havia nenhuma arma, paraquedas, e relógio do piloto. Eles devem ter sido roubados logo após a guerra. E então o avião afundou no atoleiro e ali ficou até abril de 2010, guardando segredo o nome do piloto .
Após a descoberta dos restos mortais do piloto e da função em extrair fragmentos do avião, a equipe procedeu-se à tarefa, de forma menos cansativa da identificação do piloto. Os documentos encontrados estavam ilegíveis. Não havia nenhuma decoração e uma arma pessoal. Mas levando em consideração o número do motor, deu bons motivos para supor que o piloto foi Michail Gavrilov.
Traduzido por: avidanofront.blogspot.com
Fonte: http://englishrussia.com/index.php/2010/11/10/amazing-story-of-the-missing-pilot/#more-23657
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Matthäus Hetzenauer - Sniper alemão
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| Matthäus Hetzenauer |
Matthäus Hetzenauer (nasceu em 23 de dezembro de 1924 em Tyrol, Áustria - morte em 3 de outubro de 2004) era um sniper alemão na 3ª Divisão de Montanha na frente oriental, em que foi creditado 345 mortes. Seu tiro mais longo confirmado foi de 1100 metros.
Hetzenauer foi treinado como sniper de 27 março a 16 de julho de 1944, antes de ser atribuído à 3ª Divisão de Montanha (Gebirgsjäger), usando tanto um rifle K98 com 6x de aumento na luneta e um rifle K43 com 4x de aumento na luneta.
Em novembro de 1944 sofreu traumatismo cranianodevido fogo de artilharia, e foi concedido a ele a Verwundeten - Abzeichen (badge ou insígnia de ferido em combate) três dias mais tarde.
Em várias ocasiões ele serviu com o colega sniper Josef Allerberger. Os dois mataram muitos soldados soviéticos com rapidez e facilidade.
Gefreiter Hetzenauer recebeu a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro em 17 de abril de 1945. O Generalleutnant e comandante de Divisões Paul Klatt tinha recomendado Hetzenauer por causa dos numero de mortos pelo sniper, que em suma derrotou duas fortes companhias inimigas sem temer por sua própria segurança sob fogo de artilharia e ataques inimigo. Esta recomendação foi aprovada pelo General der Gebirgstruppe Karl von Le Suire e General der Panzertruppe Walter Nehring .
Hetzenauer foi capturado por tropas soviéticas no seguinte mês, e eventualmente, serviu por 5 anos numa rotina de condições terríveis de uma prisão soviético.
Traduzido por: avidanofront.blogspot.com
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Feliz Natal
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