segunda-feira, 15 de julho de 2013

Cortado de Parada Gay por tatuagens, DJ nega vínculo com nazismo

DJ tocaria na Parada Gay de Santo André, mas foi cortado do evento. Caso foi encaminhado à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância

O DJ Enrico Valveson Jorge, conhecido como DJ Enrico Tank, que tocou no último domingo na 17ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), na avenida Paulista, em São Paulo, foi cortado da parada que será realizada no próximo dia 23 em Santo André, no ABC paulista, por conta de tatuagens supostamente relacionadas ao nazismo e ao fascismo. 

Denunciado por um grupo de skinheads anti-intolerância denominado Rash-SP, Enrico possui ao menos 12 tatuagens que, de acordo com o grupo, têm ligação com movimentos neonazistas e fascistas. 

Símbolos como a bandeira confederada americana - utilizada por grupos racistas do sul dos Estados Unidos -, a Cruz Celta, uma cruz de ferro, marcas de bandas ligadas a movimentos neonazistas e a imagem do ditador fascista italiano Benito Mussolini podem ser vistas em imagens disponibilizadas pelo grupo e até mesmo no site do DJ. 

Após saber das tatuagens do DJ, a organização da Parada Gay de Santo André decidiu cortar Enrico do evento, por entender que a polêmica pode trazer prejuízos à parada. Segundo Marcelo Gil, da ONG ABCD''S (Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual), que organiza a parada na cidade, o DJ tocaria voluntariamente e possui histórico por participar de festas voltadas ao público gay. 

Segundo ele, o caso foi encaminhado para a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) e para a Secretaria da Justiça. “Tiramos de nossa página e dos nossos materiais de divulgação o nome dele”, afirmou. De acordo com Marcelo, a atitude foi tomada para resguardar tanto a parada quanto Enrico. 

Em nota, o DJ negou que as tatuagens tenham cunho nazista ou fascista, e afirmou que o artigo que o acusa “é ofensivo, falso e preconceituoso”. “As afirmações postadas no referido blog são inverídicas, pois além de não citar nenhuma fonte de informação acerca dos significados das tatuagens, apenas limitam-se a apresentar versões próprias e distorcidas dos fatos”, afirmou Enrico. 

Segundo sua assessoria, o DJ posou nu para a publicação G Magazine, direcionada ao público LGBT, em 2002. “Se realmente fossem verídicas as acusações fantasiosas contra a sua pessoa, o DJ jamais teria aceito o convite da revista, ainda mais para expor-se despido”, alega. 

Na mesma nota, o DJ esclarece as tatuagens e afirma que muitos dos símbolos foram feitos por conta de seu gosto pela “temática de guerra”. Segundo ele,  a face de um soldado, que se assemelha ao ditador fascista italiano “não é a do ditador italiano Mussolini, e sim a de um combatente desconhecido”. 

Segundo sua assessoria, a tatuagem da bandeira confederada foi feita por conta da paixão do DJ pelo estilo musical country rock, a Cruz Celta representa o contato e identificação dele com o povo celta, e a cruz de ferro “significa condecoração aos heróis de guerra, não possuindo nenhum significado nazista”, entre outras explicações para as 12 tatuagens destacadas pelo grupo anti-intolerância. 

A organização da Parada Gay em São Paulo afirmou desconhecer o DJ e que o carro em que ele tocou no domingo, o sétimo dos 17 que trouxeram apresentações, era de responsabilidade de Marcelo Gil, que organiza a parada em Santo André. Ainda não há uma definição sobre o assunto. Uma reunião está agendada para amanhã e este deve ser um dos temas a ser discutido. 



Matéria antiga, do mês passado(4 de junho 2013)mas tive que postar para mostrar quem não conhece, pois é muito engraçada. Para quem nunca viu falar dessa peça rara, o nome artístico dele é dj Enrico Tank, e já é conhecido a muito tempo por causa dessas tatuagens, mas resolvi postar só para mostrar a  que nível chega certas pessoas ..kkkkkkkk
Esse tipo de musica que o pessoal os neonazistas, integralistas  e  supremacistas tupiniquins gostam, que embalam a noitada.

Na matéria no site dino,tem uma frase interessante:
Em entrevista realizada a uma grande revista internacional Enrico afirmou: “Sou hetero mais o meu público, o público que me consagrou, fez de mim um dos melhores DJs da Europa, que reconheceu o meu trabalho com amor, respeito e seriedade foi o publico GLS, então cada set que faço é com o mesmo sentimento, amo e admiro o publico GLS”, concluiu o DJ.

"88 music lgbt"...kkkkkkkkkkk

Nessa brincadeira, vemos a logica que mostram a ignorância das duas partes.Em primeiro lugar, no dj,que é um neonazistas declarado, pois as tatuagens no corpo dizem tudo.Só um leigo no assunto vê que ele tem um monte tatuagens de cunho facista/nazista. As desculpas esfarrapadas sobre as tatuagens são tão ridículas que dão até  vontade de rir alto. O cara tem W.A.R.(resistencia branca ariana),Combat 18(caveira das SS com o numero 18 - A=1 e H=8 no alfabeto, sinalizando Adolf Hitler - organização terrosista neonazista), 88, a runa Odal,  Blood and Honour(organização neonazista), simbolo da banda neonazista Skrewdriver, white power e mais um monte. O cara arruma desculpa pra todas ainda...kkkkkkk.. só olharem no google que tem bastante fotos e reportagens sobre o assunto.
Agora, também é ignorância dos que o contratam, pois estão colocando os homossexuais e simpatizantes a dançarem ao som de um neonazista....kkkkk

Os brasileiros precisam estudar mais historia.

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